O que é a ABRA?

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RAZÃO DE SER

Em meados de 2006, um grupo de pessoas amigas começou a debater sobre problemas pertinentes à educação, ao desrespeito à dignidade humana, ao meio ambiente natural e à saúde. Cada pessoa naquele momento apresentou sua insatisfação e descontentamento. E cada um, sob o seu prisma, quis enfatizar, com bons argumentos, a urgência de se fazer alguma coisa em prol desses três setores, considerados de suma importância para as pessoas. Ocorre que os problemas mencionados eram diversos e variados, mas para o alento de todos ali reunidos, as soluções propostas para as questões abordadas convergiam no que tangia à tomada de algumas medidas. Percebeu-se que prováveis medidas tinham que ser capazes de atenuar a agressão ao meio ambiente natural, acentuar a necessidade de investimento na educação do povo brasileiro e sua formação, para o pleno exercício da cidadania, e a defesa do direito à saúde numa concepção integral. O fato é que todos esses direitos estão atrelados à efetivação do princípio da dignidade humana.

Nesse sentido, essas discussões nortearam o trabalho dessas pessoas, que se valeram do racional, porém guiadas pelo coração, para o principal ponto a ser trabalhado. Nesse momento, com um despertar unânime, todos entenderam a imensa necessidade de buscar as soluções no corpo político brasileiro.

Daí a concepção do “em prol da ética”.

A partir dessa conscientização, esse pequeno grupo de pessoas, não obstante toda imposição de um sistema econômico que contribui para o desgaste de valores e princípios da igualdade e fraternidade entre as pessoas, resolveu que estava na hora de ir mais adiante.

Não bastava mais só detectar problemas, mas também tomar alguma atitude diante de uma realidade em que o poder público, por si só, não é capaz de reverter a realidade social e todas as demandas dos indivíduos. Eis que surge a“Associação Amigos do Brasil – ABRA”, concebida num contexto de dialética acerca de temas importantes que contribuem para a conservação e manutenção dos valores universais, dos princípios consolidados pela Carta Política de 1988, da conscientização do homem e, como consequência, a sobrevivência da vida num ambiente pautado na igualdade de oportunidade de direitos.

A ABRA, desde seu início, resolveu assumir, juntamente com seus associados, um compromisso de luta contra todos os agentes de degradação do bem público e em prol dos valores humanísticos que são o alicerce dos direitos fundamentais de toda a sociedade, hoje reconhecidos em âmbito internacional – todavia, pendentes de efetivação em diversos Estados.

Assim, entende esta instituição que o restabelecimento das condições de vida plena e decente não ocorrerá por um simples gesto de boa vontade de políticos governantes, mas de uma ação pertinaz, contínua e organizada da sociedade civil. Diante disso, nasceu uma proposta que resulta na tarefa de informar, conscientizar e arregimentar a parte possível da população, para que se possa interferir, por meios políticos e legais, nos processos de recuperação da cidadania e da ética no país. O resultado dessa reunião convergiu pra criação da Associação dos Amigos do Brasil, o cidadão ativo é “amigo do Brasil”.
 

A ÉTICA PRA ABRA

Pela proposta da ABRA, não é difícil compreender que a promoção da ética é o fio condutor dos seus objetivos sociais. A ética, comumente entendida e empregada pelo prisma deontológico do “dever-ser”, é diferente para a ABRA – a compreensão, bem mais abrangente, vai além.

Nesse sentido, a ABRA coaduna o conceito de ética à linha doutrinária de Aristóteles, aquela pautada na ciência de que o homem nasce com potencial para promover fatos ruins e fatos bons.

Essa escolha, “livre arbítrio”, sem dúvidas passa pelo processo do que lhe é oportunizado em termos de absorção de valores.

Nesse sentido, se à criança e ao adolescente lhes são oportunizados a convivência com pessoas engajadas com o bem comum, naturalmente, crescendo nesse meio, tornar-se-ão adultos preparados para refletir e executar fatos bons. Essa oportunidade promove a virtude, e, consequentemente, a felicidade do ser humano, e provoca a transformação social POSITIVA a partir da pessoa.

A ABRA entende que a ética é, dessa forma, um exercício comportamental que deveria tornar-se inato à conduta do político parlamentar. Certamente, um político sem virtudes irá de encontro à real necessidade do seu representado e do próprio Estado. Com fito na felicidade – que é mais abrangente do que o prazer –, em suma, a prática intersubjetiva em estrita observância à qualidade da ação-reflexão-ação, pautada na virtude, dará a dimensão do justo ou injusto. A ABRA entende que o homem com virtudes – potencializadas desde a idade mais tenra –, não apenas em tese, seria o modelo ideal de político parlamentar.

Desse modo, para a ABRA, a ética – juízo para valorar o certo ou o errado – é atributo da pessoa que consolida a potencialização do bem por ter equilibrado os desejos na medida da evolução das suas virtudes. Pautada nessa doutrina e para fins de viabilização dessas oportunidades (hábitos bons), a ABRA adota os ensinamentos do Prof. E Filósofo  Huberto Rohden (educação integral do homem) e do Mestre Gautama Buda (o pensar correto, o falar correto e o agir correto – nobreza)

IDEAL DA ABRA

A Instituição ABRA foi idealizada com o escopo de resgatar valores e princípios universais e prestar assistência às pessoas por meio do conhecimento, tornando-as conscientes e capazes de promoverem um Brasil melhor nos aspectos ecológico, educacional, saudense e principalmente político. A causa existe.

Pretende-se, considerando os ditames individuais, primar pelos princípios que outrora guiavam as ações e condutas das pessoas desde a idade mais tenra. A tolerância, negativa ou omissa, de boa parte das pessoas, com esses fatos está tornando-se, em ritmo acelerado, nociva a valores imbuídos de honestidade, de caráter, de companheirismo e de fraternidade. Com a Instituição da ABRA, cujo foco centra-se, instrumentalmente, na ética política, espera-se criar uma entidade, consciente de que não deve acomodar-se, que seja útil à sociedade, ao invés de apenas apontar as mazelas do país.

CARTA DE APRESENTAÇÃO DA ABRA, ÉTICA E IDEAL

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