ABRA disse:
Período para Comentários: 26/07 a 08/07
Páginas: 23-27
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Nesta parte do livro o autor aborda a evolução da pessoa do estado infantil (da idade média à alvorada da renascença) pra adolescência (atualidade), já conquistada, traçando uma perspectiva de crescimento individual pro futuro chegando à fase adulta (momento de sapiência). Para isso, ele destaca a conscientização de que o problema é melhor resolvido quando se trabalha a sua raiz.
Inicialmente, gostaria de expressar, aqui, a sensação de felicidade que sinto ao participar deste Clube de Leitura da ABRA.
Vamos à minha postagem:
A humanidade tem demonstrado exigir cada vez mais coerência da conduta do indivíduo com a concepção: entender-se como um elo inarredável de algo maior. O século XX talvez tenha sido de fato o marco de consolidação do estado juvenil da humanidade. Todavia, entendo que esta fase já se espraia além do que a evolução reclama. Assim, cabe-nos, por meio da verdadeira educação, avançar para a fase adulta, isso dotados de sapiência, segundo Rodhen. Isso pode ser confirmado com a crescente e contínua alteração dos códigos oitocentistas – eivados dos resquícios do egocentrismo –, hoje, uma legislação que não considera a dignidade humana da pessoa já nasce descoberta de imperatividade. Apegado ao que Noberto Bobbio ensinava – manutenção de direitos como legado das gerações seguintes– penso que deveríamos manutenir e realçar os compromissos assumidos com a verdadeira educação – despertar os valores internos que devem reger a vida da pessoa.
Palavra chave da primeira parte do livro para reflexão: sapiência.